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Exposição: “O PÃO NOSSO” Livros de Artista

Jueves 25 de junio de 2009, por librodeartista Versión para imprimir de este documento Versión imprimir Enviar la referencia de este documento por email enviar por email Enregistrer au format PDF

Proyecto organizado por la Oficina del Libro de Artista, Y el Atelier Libro de Porto Alegre.

Porto Alegre - Brasil

Abertura: 2 julho de 2009 às 18h

Local: Sala da Fonte-Paço Municipal

Visitaçao: de 3 de julho a 8 de agosto

Das 9h às 12h e das 14h às 18h

Sábados: das 13h às 17h


Espanha:

Taller Àrea Cromática

Taller Scalpo

Escuela de Arte de Sevilla

Talleres reunidos de Granada y Córdoba

Coordenação: Jim Lorena


Inglaterra:

UWE-University of the West of England

Coordenação: Sarah Boodman


Itália:

Scuola di Scienza e Arte della Legatura di Vicenza

Coordenação: Valéria Bertesina

Torreglia: Antonio Sassu


Lituânia:

Coordenação: Kestutis Vasiliunas


Malásia:

Coordenação: Suzlee Ibrahin


Brasil:

Centro Universitário Feevale-Novo Hamburgo

Coordenação: Alexandra Eckert

NAVI- Núcleo de Artes Visuais-Caxias do Sul

Coordenação: Odete Garbin

Atelier Livre-Porto Alegre

Coordenação: Mara Caruso


Coordenação Geral:

Mara Caruso/Atelier Livre

Paço Municipal-Praça Montevidéo, 10

Centro Histórico-Porto alegre-RS-Brasil

CEP: 90010-170


A Oficina de Livro e Artista é uma das Oficinas oferecidas pelo Atelier Livre de Porto Alegre e conta com mais de 40 alunos-artistas.

Dedica-se à pesquisa, ao desenvolvimento de projetos e à divulgação do Livro de Artista.


Aprofundamos o tema proposto sobre o pão nosso de cada dia, com uma visita ao Museu do Pão, em Ilópolis, em 2008, onde o grupo da Oficina de Livro de Artista teve a oportunidade de conhecer moinhos históricos da Rota dos Moinhos do Rio Grande do Sul.

A proposta foi ampliada, convidando Escolas de Arte e Ateliês de diversas partes do mundo com as quais já mantínhamos contato.

Começa aqui um itinerário que irá percorrer as cidades e países envolvidos.

No moer dos grãos, em sua transformação em farinha e esta em pão, na roda d´água dos moinhos, colocamos nossos sonhos. Agora, este tema é abordado sob diferentes olhares e diferentes culturas. Mostra o PÃO com suas diferenças de geração a geração, das sementes às farinhas, do gesto tão antigo de amassa-la à poética de seu sabor e perfume. Como na repartição dos pães na longinqua Galiléia, este “O PÃO NOSSO” é oferecido aos olhares sensíveis dos artistas e apreciadores de Arte para ser o Pão do corpo e do espírito.

Mara caruso


Profundizamos el tema propuesto sobre el pan nuestro de cada día, con una visita al Museo del Pan, en Ilópolis, en 2008, donde el grupo del Taller de Libro de Artista tuvo la oportunidad de conocer molinos históricos de la Ruta de los Molinos de Rio Grande del Sur.

La propuesta fue ampliada, invitando Escuelas de Arte y Estudios de diversas partes del mundo con las cuales ya manteníamos contacto.

Empieza aquí un itinerario que irá a recorrer las ciudades y países involucrados.

En el moler de los granos, en su transformación en harina y esta en pan, y en la noria de los molinos, ponemos nuestros sueños. Este tema es abordado bajo diferentes miradas y diferentes culturas. Muestra el PAN con sus diferencias de generación, de las semillas a las harinas, del gesto tan antiguo de amasar a la poética de su sabor y perfume. Como en el reparto de los panes en la antigua Galilea, este “EL PAN NUESTRO” es ofrecido a las miradas sensibles de los artistas y a los amantes del arte para hacer del Pan el alimento del cuerpo y del espíritu.

Mara Caruso


São múltiplos os significados que nossas culturas associam ao pão, o todo ou suas partes, uma côdea ou as farinhas e os grãos que o formam. Talvez sejam tantos quanto os agregados ao livro, ao volume, à página. São inegavelmente bonitas as mãos dos criadores que os fazem, pão ou livro, alimentos para nossos apetites mais erosivos e inadiáveis. Amalgamar seus poderes simbólicos ao nexo do espaço expositivo é uma proposta irrecusável. Na tábula aqui chamada de O pão nosso, um expressivo grupo de artistas está unido pela intenção de mostrar alguns dos pratos palpáveis que essa cozinha pode produzir. Não se trata de uma experiência nova. A arte tem oferecido exercícios como esses com freqüência, desde as ilustrações às nossas metáforas até obras que podemos efetiva e performaticamente comer. O que somos nós, então? Sitófagos, bibliófagos, “artívoros”? Nos encontros práticos e teóricos proporcionados pela Coordenação de Artes Plásticas da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, o livro de artista vem se mostrando eficiente para pesquisas perceptivas originais e esforços narrativos estimulantes. A fome evidente, difícil de saciar, é a que tem estimulado professores e alunos do Atelier Livre a identificar seus pares, às vezes nas vizinhanças, às vezes no além-mar, buscando interlocutores capacitados que queiram compartilhar idéias e obras, colaborando qualitativamente na formação dos participantes de suas oficinas e – por que não? – do público. A mostra O pão nosso é um passo a mais aos eventos similares que a precederam com sucesso. Por certo o futuro irá nos regalar com mais esforços como esse. O prazer do espírito é o nosso pão de todos os dias. É a criação que nos chega materializada e vívida, sedutoramente palatável, oferecendo-se em bocados aos nossos sentidos. Alimentamo-nos da arte.

Paulo Silveira

Doutor em História, Teoria e Crítica de Arte pela UFRGS


Son múltiples los significados que nuestras culturas asocian al pan, el todo o sus partes, las harinas y los granos que lo forman. Quizás seamos tantos como los agregados al libro, al volumen, a la página.

Son innegablemente bellas las manos de los creadores que los hacen, pan o libro, alimentos para nuestros apetitos más erosivos e impostergables.

Amalgamar sus poderes simbólicos al nexo del espacio expositivo es una propuesta irrecusable. En el tema aquí llamado el pan nuestro, un expresivo grupo de artistas está unido por la intención de mostrar algunos de los platos palpables que esa cocina puede producir. No se trata de una experiencia nueva.

El arte está ofreciendo ejercicios como esos con frecuencia, desde las ilustraciones a nuestras metáforas hasta obras que podemos efectiva y performaticamente comer. Qué somos entonces? Sitófagos, bibliófagos, “artívoros”?

En los encuentros prácticos y teóricos realizados por la Coordinación de Artes Plásticas de la Secretaría Municipal de la Cultura de Porto Alegre, el libro de artista se viene mostrando eficiente para investigaciones perceptivas originales y esfuerzos narrativos estimulantes. El hambre evidente, difícil de saciar, es la que está estimulando profesores y alumnos en el Estudio Libre a identificar sus pares, a veces en las vecindades, a veces en ultramar, buscando interlocutores capacitados que quieran compartir ideas y obras, colaborando cualitativamente en la formación de los participantes de sus talleres y – por qué no? – del público.

La muestra El pan nuestro es un paso más a los eventos similares que la precedieron con éxito. El placer del espíritu es nuestro pan de todos los días. Es la creación que nos llega materializada y vívida, seductoramente palpable, ofreciendose en bocados a nuestros sentidos. Alimentándonos de arte.

Paulo Silveira

Doctor en Historia, Teoría y Crítica de Arte por la UFRGS


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